Técnico do Potiguar analisa opções e admite atuação ruim do seu 'camisa 10’

January 10, 2020

Durante a entrevista coletiva após o empate com o Assu nesta quinta-feira (9), o técnico do Potiguar, Luciano Quadros, fez uma avaliação da sua equipe e admitiu a necessidade de o time se reforçar com pelo menos cinco contratações.

 

O treinador lembrou que dispunha no elenco algumas peças que, segundo ele, são apenas apostas, opções para o decorrer do jogo, e não uma solução imediata para decidir as partidas. Ele se referiu aos meias-atacantes Mikael e Mayquinho e o centroavante Danzinho.

 

Mikael e Danzinho são atletas pratas da casas, indicados pela diretoria, enquanto Mayquinho foi trazido do futebol carioca por Luciano.

 

“Mayquinho é um menino promissor, mas é uma opção; não é uma solução. Mikael é também muito promissor, dedicado, mas está se construindo como atleta de alto rendimento. O problema é que quando a bola cai no pé, as tomadas de decisões precisam ser feitas e ele tem ainda bastante dificuldade”, avaliou.

 

“Vocês viram que a gente tentou com o Danzinho, mas seria uma situação para buscar usar ele no segundo turno, depois de ter trabalhado profissionalmente um mês, dois meses, vendo o jogo, entrando pouquinho. Infelizmente, nós temos esses atletas hoje como solução, por isso da nossa falta de produtividade, dos resultados positivos e imediatos como o futebol pede.”

 

O treinador foi indagado sobre o meia-atacante Denilson, jogador de sua confiança, mas o camisa 10 do time está devendo. Na estreia contra o Assu, jogando por dentro, Denilson pouco funcionou, e contra o Assu, atuando aberto no lado esquerdo de ataque, também não acrescentou. Acabou substituído no segundo tempo.

 

Luciano Quadros admitiu que Denilson não está rendendo o esperado, mas lembrou que o atleta está buscando a melhor condição física e ritmo de jogo.

 

“É um jogador de boa qualidade, que precisa de parcerias boas, mas está abaixo de suas condições como todos os outros. Temos um time de verão, montado com jogadores que, o menor tempo parado tem dois meses, e isso dificulta bastante para o imediatismo sobre os resultados”, justificou.

 

“Não é fácil compreender para quem está de fora, mas tenho feito tudo que posso. Não posso deixar de enaltecer o sacrifício e a dedicação dos atletas.”

 

Foto Allan Phablo

Jogando no ataque, Denilson não tem rendido o esperado 

 

 

 

 

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