Não é de se espantar a “carreta” de atletas

Para um time que estava inativo, sem trabalho continuado, não é de se espantar a contratação de 19 jogadores de outros centros – o Rio de Janeiro foi o que cedeu mais – feita pelo Potiguar observando a próxima temporada.

Nos tempos atuais, não é o tipo de trabalho como manda o figurino – ou seja, importar menos e aproveitar mais os atletas formados na casa, visto o futebol ser um produto caro e que precisa ser posto na prateleira para a venda – mas essa era a alternativa que a gestão do clube tinha que absorver. Então, nada de anormal dentro do real cenário.

Sobre resultados, aí são outros quinhentos. Depende do encaixe das peças no aspecto técnico e tático, da estrutura que será disponibilizada para os atletas e membros da comissão poderem ter tranquilidade para executar o seu melhor, do envolvimento do torcedor, entre outros.

É uma engrenagem para tentar fazer os resultados acontecer.